Thursday, May 12, 2011
Fucked up situation Então, essa autora chutou o balde pra
Wednesday, May 11, 2011
Shitchatting olímpico: A rotulagem essa é minha prima e é
A rotulagem
Pra quê um uniforme tão amorfo, minha gente? Nem preciso levantar a superioridade na questão fashion das meninas do voley. As meninas do voley falam por elas mesmas. Mas nem é uma exclusividade do Brasil. Honestamente, quando vi o time alemão, achei que se tratava de um jogo misto. E hoje as coreanas, bem, quem é que corta os cabelos das coreanas???
Queria muito passar um make Kryolan naquela mulherada toda. Maquiagem MAC para palco, suor e lágrimas. Não para enfeitar, mas enfatizar mesmo. Esse é um time feminino, ou coisa assim. Trazer outro estereótipo pra discussão. O das meninas que brincam de boneca e jogam bola.
E que diferença isso faria?
Daria espaço. Ou melhor, ocuparia um espaço que hoje é dedicado ao óbvio. Ou você é Mulherzinha ou você é Joãozinho. Ou você é bonita ou você é inteligente. Ou. Ou. Ou.
Pra mim Ou é pouco. Eu quero E.
Eu quero mais.
Coisa mais antiga discutir o sexo dos anjos. Fragilidade x Força, quem é que pode mais. Enquanto as mulheres passaram o último século tentando se igualar aos homens, a correria foi tanta que o salto quebrou no meio do caminho e hoje o que se vê é isso. Uma tremenda confusão entre o Feminismo e o Feminino. Perdeu-se muito, de ambos.
Tuesday, May 10, 2011
Campanha O Movimento Xô Setembro vem até esse blog recolher
Acaba, setembro!
Acaba, setembro!
Acaba, setembro!
E leve essa uruca toda com você,
pro céu dos meses que se passaram!
Panelaço amanhã, companheiros!
Do fundo da gaveta O existe depois do abismo? Queda, morte,
Queda, morte, você pode dizer. Mas vou além: e antes de chegar ao chão, se espatifar, o que aquele que cai vê, o que ele sente?
Eu sei que você não sabe. Nem eu, porque não estava lá. Não que não estivesse perto. Mas pra saber, só estando em seu lugar, no seu corpo, vendo com seus olhos e atirando seu peso pra baixo, num salto suicida. Único e particular.
Estou falando de amor.
Amor estranho esse. Que fala em abismos, saltos, baques surdos na terra. Mas é amor, sim. Porque a gente aprende em casa, na missa, nas revistas, que o amor é uma coisa suave, delicada, ladeada por anjos e com sinos eternos que badalam, badalam e acompanham para sempre seu idílio amoroso. O que? Você nunca viu os anjos nem ouviu os sinos? Então, devemos estar falando daquele amor que é a calmaria que vem depois do arrebatamento da paixão, um elo, um laço justo e permanente, que mantém duas almas unidas vida afora, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença... o que foi agora? Também não é esse o amor que você conhece? Está ficando mais difícil, mas ainda resta o amor fraternal, dos dedinhos entrelaçados, dos olhares cúmplices e bochechas ruborizadas.
Não importa se eu não consegui descrever o amor que você sente. Na verdade eu estava exagerando e copiando aqui o que a gente ouve a vida toda, como descrições do que deve ser o amor.
E o que acontece se o que você sente de verdade não cabe em nada daquilo que foi dito antes? Se for tudo diferente, com sensações e emoções tão distintas, tão controversas que às vezes você tem até medo de pensar a respeito delas que, de tão suas, você não entende.
E apesar de não entender, fica conectado a elas. E as coisas certas parecem ridículas e as erradas parecem tão certas e conseqüência é uma palavra que você já ouviu um dia, mas faz tanto tempo, que nem se lembra mais do seu significado.
Chegamos ao abismo, então. Mas você ainda não percebeu. Além de não ter placas, esse tipo de amor venda os olhos. Desnecessário, nesse momento ninguém os abriria. Você sabe muito bem que é nos lugares mais altos que o vento sopra mais intensamente. Sabe também da vontade que a gente sente de abrir os braços e ficar de frente pra ele em momentos assim.
Você recapitula e vê que é isso mesmo. Pegou o caminho largo, manteve a esquerda, beijou os leões, andou de costas, correu na neblina e está ali. Fez tudo que antes achava que não devia e está ali. Deveria estar envergonhado, culpado, encolhido. Mas, olhe só pra você! Nunca esteve tão feliz. Tão vivo.
E agora o abismo. Pode parecer loucura, mas não tem uma mão te fazendo um sinal do outro lado? Uma voz te incitando a pular? Pode ser perigoso. Sim, pode ser muito perigoso. Você vai cair, pode morrer, quem é que sabe o que pode acontecer?
Pula.
E se torna mais um amante estatelado no chão. Morre de uma morte diferente, que permite que sua vítima continue vagando pelo mundo. Marcada pra sempre, pelo amor que conheceu.
Texto ancestral, do tempo em que Helen nem era Stein.
Go for it! Auto-confiança é tudo na vida Destemido é
Destemido é apelido.
E disciplina é uma virtude sem preço. Notem o olhar do quarto cachorro da direita pra esquerda: ah, se eu pudesse...
Quer saber? Muitas amizades devem terminar dessa maneira. A
Paciência.
É muito elaborada a arte de adivinhar pessoas. Quando se imagina que alguma simpatia e um pouco de compreensão darão conta do recado, ledo engano, normalmente não se tem a menor idéia do que passa pela cabeça das outras criaturas. Vive-se de estar a fim de alguma coisa, mas ninguém diz exatamente de quê. A gente finge, pensa que sabe. Mas nessa de palpite, nem chega perto das expectativas alheias.
E abre a boca pra ser honesta, quando tudo que esperavam era um consolo qualquer.
Nota mental: utilizar sinceridade com parcimônia.
Monday, May 9, 2011
Gata Chauvinista Até quando Marge Simpson vai validar os

Eu odeio amar o Homer.
Vocês poderiam me ajudar? Nessa minha nova empreitada
É muito simples sair com o cartão na mão e comprar aquilo que eu tenho-que-ter. Outra coisa, bem mais complicada, é saber o que as garotas-querem-ter.
O que une tudo isso, a cola que fixa o quebra-cabeça do eu quero! são as chamadas tendências. Somadas, é claro, ao bom senso e gosto pessoal de cada um. Então, há coisas que simplesmente não rolam. Mesmo estando na novela, mesmo entupindo as vitrines.
Como eu sou uma pessoa que ousa, mas nem tanto assim (???) gosto de arriscar onde haja uma frestinha de luz no fim do túnel. E, vou dizer, amigos, essa próxima estação está um samba do crioulo doido, em relação à moda. Tem de tudo! E tudo junto!
Como acabei de ler um post na Mi, devidamente comentado pela Elise, sobre uma questão que tem me tirado o sono, resolvi fazer uma pesquisa aqui, se vocês toparem me ajudar. Vou mostrar fotos de vários modelos disponíveis para compra atualmente. Coisas que vão nessa tendência de cores fresh, algumas fluo, que invadiram as vitrines.
O que eu quero saber é o seguinte, você compraria uma peça assim?
Considerem um preço aproximado entre R$80 e R$100.
Dêem notas de 0 a 5, onde 0 é não compraria e 5 é compraria com gosto.
*Seus problemas terminaram* Bizarro. É o mínimo que posso
Bizarro. É o mínimo que posso dizer:


Difícil acreditar, mas é isso mesmo que vocês estão vendo. Um kit de maquiagem corporal para parecer sarado e definido!
Leia tudo aqui.
Custa US$69.
Mas mico é uma coisa que não tem preço...
Sunday, May 8, 2011
Wolve - the movie Essa é a primeira imagem liberada de

De qualquer maneira, aguardo ansiosamente o lançamento. Já conheço a história, eu lia os quadrinhos ainda do tempo em que ele usava aquela malha amarela anti-libido com a máscara que ele emprestou do Batman e nunca mais devolveu. Calhou que agora o Wolverine tem a bela estampa do Hugh Jackman, só um plus. Quero ver, sim :) Mas vai ser difícil superar a encarnação do personagem no terceiro filme, que pra mim foi a caracterização mais fiel: meio sujo, mal-ajambrado, ríspido e com uma doçura mostrada muito raramente, num olhar ou outro.
Eu tenho a edição dupla de todos os três X-Men (e mais aquele indefectível 1.5). Nos extras do segundo filme, Hugh fala sobre a cena em que ele corre pelado, logo após seu "nascimento", na usina. No filme foi uma coisa muito rápida. Mas ele conta que foram várias tomadas. E ele estava realmente nu, com um tapa-sexo minúsculo, indecente. E pra zoar com a cara dele, depois da última tomada, que já nem era necessária, mas ele não sabia, colocaram todas as mulheres da equipe e mais a mãe do ator que faz o Ciclope no final do corredor para o qual ele precisava correr. Impagável.
Saturday, May 7, 2011
Ah, claro! Olha, eu estava tentando engolir mais esse sapinho,
Os tais Deputados do Piauí. Os que estão questionando o resultado final do BBB8. Eu não consigo nem prestar atenção aos argumentos. Simplesmente porque eu NUNCA tinha ouvido falar dos Deputados do Piauí - assim, em grupo - debatendo a respeito de alguma coisa.
E tem coisa pra debater, heim? Assuntos de interesse nacional. Ou mesmo regional. Mas não. Eles têm dúvidas a respeito da legitimidade da votação final do BBB.
É isso aí, Deputados do Piauí. Cada um com seus interesses, não é mesmo?
Não é não!
Não pra vocês, que são representantes do Legislativo e por isso deveriam praticar uma visão mais geograficamente sem fronteiras, se é que vocês me entendem.
Mas eu devo estar delirando. O Piauí fica no Brasil, né.
Não sei porque ainda me espanto...
Friday, May 6, 2011
de volta Baía de Castelhanos* - Ilhabela - Brasil Então, eu
Agora estou de volta e tenho que correr atrás do prejuízo por ter desaparecido no meio da semana.
A parte boa é que minhas articulações estão intactas! A parte ruim é que minhas articulações estão intactas.
Mil coisas sobre trabalho, mil coisas na rua. Volto logo que possível.
A Bactéria provavelmente abrirá suas páginas amanhã.
*Antigo refúgio de piratas e porto negreiro, a Baía dos Castelhanos é um paraíso que abriga as praias dos Castelhano, Mansa, Vermelha e Figueira. Por uma estrada de 22 km, pode-se chegar à Praia dos Castelhanos (principal praia da baía). No local, várias trilhas dão opções às mais emocionantes caminhadas para os aventureiros, passando por lugares como a Cachoeira do Gato e a Praia do Gato ainda hoje praticamente desabitadas.Antigas ruínas do que seria um antigo engenho e um cemitério de escravos são as únicas marcas deixadas pelos antigos colonizadores.
Day After Ressaca moral. Ou imoral, se for considerar a (falta
Thursday, May 5, 2011
Por um lugar seguro E eu que achava que a gente vivia de

Passei então um bom bocado da vida assim, desejando. Sempre e muito. No mínimo eu conseguiria uma pele boa. No máximo, a concretização do desejo.
Mas.
A gente muda.
Ao longo do tempo eu passei, automaticamente, a complicar o processo. Além de desejar, tinha que desejar direito. Entendam desejar direito como um "desejo sustentável". O meu desejo não podia interferir nos desejos alheios. Uma filosofia meio vegan essa que eu inventei. E se tornou muito difícil, quase impossível, manter a coisa toda nessa dinâmica do desejo sadio. É complicado não atingir nada fora do alvo com as nossas vontades. No mínimo, a gente mutila o saldo bancário. Mas isso é o mínimo.
Quando já estava com o desejómetro quase explodindo, a revelação: pra quê?
Sei que é meio estranho uma revelação em forma de pergunta, mas a revelação foi minha e minha mente se revela como ela quiser. E ela se revelou me perguntando assim, pra quê?
Pronto. Acabou-se o meu sossego. Desejar já não consolava mais, não aliviava aquela vontade de qualquer coisa. Pior ainda, passou a exigir de mim: nomeie essa qualquer coisa. Qualquer coisa o quê? Qualquer coisa não existe. (você tem fome de quê? você tem sede de quê?)
E a vida agora é dura, meus amigos. Porque não tem mais lugar seguro. Não há saída de emergência na satisfação efêmera. Molhar os dedos no raso passa de plenamente satisfatório para apenas gostosinho.
Mas como já dizia a filósofa Dori (no extraordinário Procurando Nemo): continue a nadar.
Eu amo nadar.
Sinceramente? Nunca gostei desse livro.
Inocência RSVP ASAP AKA Perceberam que as pessoas vivem
RSVP
ASAP
AKA
Na dúvida: www.dicsiglas.com.br
*a imagem não tem nada a ver com o post, mas é tão cheia de significado...*
Criança não mente, certo? Essa sou eu, de acordo com minha
Criança não mente, certo?

Essa sou eu, de acordo com minha sobrinha de 8 anos.
Notem os sapatos.
E as luvas roxas.
Tuesday, May 3, 2011
Nova Ordem Mundial Grupo das mulheres, canto esquerdo da sala.
- Está completamente fora de controle. É mesmo o Mal do Século.
O assunto era Celulite.
Classificados Vendo 01 rim (esquerdo ou direito, à escolha) em
Preço: dígitos a combinar.
É assim. Eu estava super feliz com a minha pessoa. Já até comentei aqui. A febre consumista havia abandonado meu organismo, eu estava mais centrada, considerando assuntos mais relevantes como o aquecimento global e a CPI da aviação.
Até que.
Eu entro aqui. E essa pessoa me mostra isso. Esse link.
Elise, a conta do terapeuta vai pra você.
Ou a do sapato.
A que chegar primeiro.

so far away from me
Mas visualizem esse trançado no peito dos pés. A delicadeza desse rosa-candy-chiclete. A tira que abraça o tornozelo e finaliza tudo lindamente, com uma fivela. Eu adoro tiras no tornozelo. E fivelas.
Ai, se eu pudesse e meu dinheiro desse...
Monday, May 2, 2011
Eu nem vou colar uma foto da Brit(y) semi-nua aqui. Já li
E eu nem me acho tão cruel assim. Nesse exato momento tem alguém, em algum lugar, querendo saber qual será o MEU próximo vexame. Paranóia? Não. C'est la vie.
Sunday, May 1, 2011
Top 5 Minha versão carioca (tunadíssima, neam) me passou a
- Escrita
- Baby liss
- Lycra
- Sabonete
- Penicilina
E eu gostaria que a questão fosse respondida lindamente por:
Tina
Worklover
Cinthya
Renata R.
Patrícia
Express yourself Esse não é mais um post sobre moda. Ele é

Esse não é mais um post sobre moda. Ele é profundo, ele é analítico. Ele remete às origens e a significância da força da arte enquanto modo de expressão. Na música. Na moda. No cinema. No mundo, minha gente. Esta é Björk se expressando num red carpet há alguns anos. No blog da gêmea má estamos numa discussão que está atingindo níveis homicidas em relação a cantora/atriz/performer islandesa e sua mensagem essencial. Que é... me diga você! Qual é a da Björk? Pense em seus sons e fúria. Pense em sua atuação no filme de Lars Von Trier. Pense Medula. Pense Volta.
Eu gosto do nome Medula. Eu, se cantora fosse, batizaria meu primeiro trabalho de Estribo. E ia chacoalhar o short lá no palco. Porque eu seria cantora, atriz e bailarina.