Pipoca da boa
Wednesday, January 4, 2012
Amigos telespectadores Normalmente eu duvido que essas
Amigos telespectadores
Normalmente eu duvido que essas respostas sejam realmente de vestibulandos. Mas é que o assunto aqui interessa pra quase todo mundo que passa pelo blog (TV) e as respostas -mesmo se inventadas - são de matar:
Normalmente eu duvido que essas respostas sejam realmente de vestibulandos. Mas é que o assunto aqui interessa pra quase todo mundo que passa pelo blog (TV) e as respostas -mesmo se inventadas - são de matar:
Prova de redação da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo como o tema: "A TV FORMA, INFORMA OU DEFORMA?"
"A TV possui um grau elevadíssimo de informações que nos enriquece de uma maneira pobre, pois se tornamos uns viciados deste veículo de comunicação".
"A TV no entanto é um consumo que devemos consumir para nossa formação, informação e deformação".
"A TV se estiver ligada pode formar uma série de imagens, já desligada não..."
"A TV deforma não só os sofás por motivo da pessoa ficar bastante tempo intertida como também as vista"
"A televisão passa para as pessoas que a vida é um conto de fábulas e com isso fabrica muitas cabeças"
"Sempre ou quase sempre a TV está mais perto denosco (?) , fazendo com que o telespectador solte o seu lado obscuro".
"A TV deforma a coluna, os músculos e o organismo em geral"
"A televisão é um meio de comunicação, audição e porque não dizer de locomoção"
"A TV é o oxigênio que forma nossas idéias"
"...por isso é que podemos dizer que esse meio de transporte é capaz de informar e deformar os homens"
"A TV ezerce poder, levando informações diárias e porque não dizer horárias"
"E nós estamos nos diluindo a cada dia e não se pode dizer que a TV não tem nada a ver com isso"
"A televisão leva fatos a trilhares de pessoas"
"A TV acomoda aos teles inspectadores"
"A informação fornecida pela TV é pacífica de falhas"
"A televisão pode ser definida como uma faca de trezgumes. Ela tanto pode formar, como informar, como deformar"
"A TV no entanto é um consumo que devemos consumir para nossa formação, informação e deformação".
"A TV se estiver ligada pode formar uma série de imagens, já desligada não..."
"A TV deforma não só os sofás por motivo da pessoa ficar bastante tempo intertida como também as vista"
"A televisão passa para as pessoas que a vida é um conto de fábulas e com isso fabrica muitas cabeças"
"Sempre ou quase sempre a TV está mais perto denosco (?) , fazendo com que o telespectador solte o seu lado obscuro".
"A TV deforma a coluna, os músculos e o organismo em geral"
"A televisão é um meio de comunicação, audição e porque não dizer de locomoção"
"A TV é o oxigênio que forma nossas idéias"
"...por isso é que podemos dizer que esse meio de transporte é capaz de informar e deformar os homens"
"A TV ezerce poder, levando informações diárias e porque não dizer horárias"
"E nós estamos nos diluindo a cada dia e não se pode dizer que a TV não tem nada a ver com isso"
"A televisão leva fatos a trilhares de pessoas"
"A TV acomoda aos teles inspectadores"
"A informação fornecida pela TV é pacífica de falhas"
"A televisão pode ser definida como uma faca de trezgumes. Ela tanto pode formar, como informar, como deformar"
Depois disso, só conseguindo emprego no programa do Justos. Ou ganhando um BBB.
Mas é mentira, né, gente? TEM que ser.
Maior medo, porque eu assisto muita, muita televisão...
Vamos combinar: O que acontece em Bue, fica em Bue.
Vamos combinar:
Mentira, gente! Vou contando...
E esse franjão, aprovado?
Mentira, gente! Vou contando...
E esse franjão, aprovado?
A experiência.
Foi mais ou menos como me disseram que seria. O tempero é o momento de cada um, eu acho. E eu estava bem precisada de um momento relax.
Vejam só, nem foi só isso que encontrei por lá. No começo foi um pouco decepcionante, porque tive a impressão de que queriam me jogar numa jornada consumista sem fim. E era isso mesmo. Fui por agência, deveria ter sido menos ingênua e percebido que querem la plata mais do que qualquer outra coisa. Mas passou rápido. Conseguí me desvencilhar da armadilha esquemão-arrasa-turista e descobri uma outra cidade. E um povo muito interessante, cheio de orgulho (é verdade, para o bem e para o mal), com problemas tão complicados e às vezes ainda maiores do que os nossos (sócio-econômicos), mas que tem uma maneira muito peculiar de lidar com tudo isso. Um requinte, um sei-lá-o-quê que permeia o cotidiano argentino.
Tem também o que me encantou: o senso revolucionário. Pelas esquinas, nas ruas, nas bandeirinhas nas janelas. Nas paredes pichadas de prédios históricos. Um aviso, muito claro, que diz "governo, se prepara, que isso não vai ficar assim, não". Vou contar melhor, vou mostrar detalhes.
Fui também para o interior.
Encantada, eu estou. E não tem nada a ver com elegância. garanto e mostro com calma.
Mas a verdade - pra mim - é uma só: viajar é ótimo, mas voltar pra casa é bom demais...
*** só pra deixar claro: eu não estava andando pela rua com bois e chapéu vermelhos! Os adereços foram gentilmente cedidos pelo bailarino. E eu deixei, né. Porque mico pequeno é bobagem...***Foi mais ou menos como me disseram que seria. O tempero é o momento de cada um, eu acho. E eu estava bem precisada de um momento relax.
Vejam só, nem foi só isso que encontrei por lá. No começo foi um pouco decepcionante, porque tive a impressão de que queriam me jogar numa jornada consumista sem fim. E era isso mesmo. Fui por agência, deveria ter sido menos ingênua e percebido que querem la plata mais do que qualquer outra coisa. Mas passou rápido. Conseguí me desvencilhar da armadilha esquemão-arrasa-turista e descobri uma outra cidade. E um povo muito interessante, cheio de orgulho (é verdade, para o bem e para o mal), com problemas tão complicados e às vezes ainda maiores do que os nossos (sócio-econômicos), mas que tem uma maneira muito peculiar de lidar com tudo isso. Um requinte, um sei-lá-o-quê que permeia o cotidiano argentino.
Tem também o que me encantou: o senso revolucionário. Pelas esquinas, nas ruas, nas bandeirinhas nas janelas. Nas paredes pichadas de prédios históricos. Um aviso, muito claro, que diz "governo, se prepara, que isso não vai ficar assim, não". Vou contar melhor, vou mostrar detalhes.
Fui também para o interior.
Encantada, eu estou. E não tem nada a ver com elegância. garanto e mostro com calma.
Mas a verdade - pra mim - é uma só: viajar é ótimo, mas voltar pra casa é bom demais...
Vamos brincar, vai! II DESAFIO Só de farra, gente! Vamos
Vamos brincar, vai!
Só de farra, gente! Vamos lá!
ATUALIZAÇÃO:
Só de farra, gente! Vamos lá!
ATUALIZAÇÃO:
Acabei de fazer meu look. Se minha conexão-cocô permitir, vou enviar agora mesmo.
Não é novidade que esses dias não tem sido os high lights desse ano na minha vida. Por quê? Por nada e por tudo ao mesmo tempo. Nada atual, mas a memória joga com nossas emoções. Algumas vezes eu ganho, outras eu perco. Estou aí, na busca por um empate saudável. E minha equipe é boa, estou confiante :)
E não tem remédio melhor pra amargura do que brincar, tem? Eu adoro brincar. Acho que cabelo e maquiagem é nosso trunfo no mundo das pessoas crescidas. Dá para mexer em tudo, ficar feio, bizarro, bonito, esquisito. E a melhor parte: dá pra ser outra. Completamente diferente. Por um instante, uma horinha ou o tempo que durar a fotografia.
Outra.
Outra história, outra mensagem no olhar.
Sai tudo com água.
Ou com um bom demaquilante, o que é o mais próximo de um milagre que o cotidiano permite chegar.
Não é novidade que esses dias não tem sido os high lights desse ano na minha vida. Por quê? Por nada e por tudo ao mesmo tempo. Nada atual, mas a memória joga com nossas emoções. Algumas vezes eu ganho, outras eu perco. Estou aí, na busca por um empate saudável. E minha equipe é boa, estou confiante :)
E não tem remédio melhor pra amargura do que brincar, tem? Eu adoro brincar. Acho que cabelo e maquiagem é nosso trunfo no mundo das pessoas crescidas. Dá para mexer em tudo, ficar feio, bizarro, bonito, esquisito. E a melhor parte: dá pra ser outra. Completamente diferente. Por um instante, uma horinha ou o tempo que durar a fotografia.
Outra.
Outra história, outra mensagem no olhar.
Sai tudo com água.
Ou com um bom demaquilante, o que é o mais próximo de um milagre que o cotidiano permite chegar.
amo a humanidade, o problema são as pessoas... Vai levar anos
amo a humanidade, o problema são as pessoas...
Vai levar anos pra que eu consiga entender o ser humano. Ilusão.Não vou entender NUNCA. Porque tem tanta coisa importante, né? No macro e no micro. As mudanças climáticas, aquecimento global, fome, velhas doenças, novos vírus. E as miudezas. O preço do ovo, da uva. Da carne, do pão, do ônibus, do gás, do feijão. As mensalidades das escolas, a taxa do lixo, da luz, do telefone. Aquele buraco na rua da sua casa que ninguém manda fechar. Mil coisas.
Mas as pessoas não se preocupam com isso. Não se preocupam com nada. Porque o tempo delas está tomado, lotado, consumido na produção de coisas assim:
www.macumbaonline.com.br
Quem entende um pouco de programação sabe que qualquer coisa dá um certo trabalho pra funcionar online. Quem não entende tem certeza de que dá um trabalhão danado e deusnoslivre do html e do C++. Mande o Flash pra longe de mim!
Mas ainda assim tem gente que se dedica. Que constrói um site. Que paga domínio. Que faz manutenção.
E o pior, tem gente que freqüenta. Que encomenda a tal macumba. Que doa tempo, crendo e fazendo a pipoca com cidra virtual.
Eu tenho vergonha.
Eu tenho nojo.
Eu tenho medo de gente assim.
Mas as pessoas não se preocupam com isso. Não se preocupam com nada. Porque o tempo delas está tomado, lotado, consumido na produção de coisas assim:
www.macumbaonline.com.br
Quem entende um pouco de programação sabe que qualquer coisa dá um certo trabalho pra funcionar online. Quem não entende tem certeza de que dá um trabalhão danado e deusnoslivre do html e do C++. Mande o Flash pra longe de mim!
Mas ainda assim tem gente que se dedica. Que constrói um site. Que paga domínio. Que faz manutenção.
E o pior, tem gente que freqüenta. Que encomenda a tal macumba. Que doa tempo, crendo e fazendo a pipoca com cidra virtual.
Eu tenho vergonha.
Eu tenho nojo.
Eu tenho medo de gente assim.
Tuesday, January 3, 2012
Entre Alfa e Beta Acordei no momento exato em que...
Entre Alfa e Beta
Acordei no momento exato em que o Predador se agachava para arrancar um dedo do Alien e com ele marcar sua carcaça. Com a cabeça ainda dependurada no sofá não pude deixar de pensar que se a cada leão que matamos por dia fossemos exibir uma nova marca no corpo seríamos todos seres humanos estampados.
Gosto muito da idéia de Alien X Predator, porque pra mim é quase como uma situação ideal: problema perseguindo problema e a gente com tempo de cuidar de outras coisas. 'Eu sou mau!'. 'Não, EU sou mau!'; 'Não há lugar pra dois monstros maus no Universo, um de nós tem que morrer!'; 'Concordo: você!'. E o final a gente já conhece. Se fosse simples assim...
Mas o filme não me distrai depois que desperto. Passei o dia todo fugindo para distrações cotidianas, mas agora, no silêncio de todo o resto, meu pensamento volta às notícias a respeito do bebê acéfalo. Assunto delicadíssimo e por isso mesmo não merece ser deixado de lado. Porque a vida não é só estréia no cinema e reprise na Tv.
Eu olho pra foto da revista e, assim como na imagem da televisão, o que atrai meus olhos instantaneamente é o olhar na imagem da santa pregada na parede, hipnotizando e prendendo por vários segundos. E eu não penso em outra palavra além de 'misericórdia'. Nem sei pra quem estou pedindo. E nem mais por quem. Porque o sofrimento é tão grande e tão sem sentido. Eu só consigo pensar que precisa acabar. Essa é minha relação mais antiga com o sofrimento: eu só quero que ele acabe. Vejo o bebê - adormecido? pousado? - sobre a cama. O gorro de lã que se tornou parte do seu corpo. A salvaguarda da esperança resignada de seus pais. E os olhos impressos da santa me encaram, com sua suavidade característica. E eu me encho novamente de ternura por ela, por tudo que colocam a seus pés e sob o manto azul. Todo o improvável e até o impossível. Dois mil anos de sofrimento documentado. E eu só peço que ele também acabe.
Mas o bebê continua quieto. Alheio às ladainhas e vigílias. Ao toque, ao passar do tempo. Imune a batalha moral que se desenrola a sua volta. Ele respira e cresce. Desafiando a ciência, dizem uns. Nascida pra ser mártir, digo eu. Pra carregar o peso de expectativas que - ainda bem - ela nunca chegará a tomar conhecimento. A seus pés, pedidos e agradecimentos serão depositados. Porque ela é guerreira de uma batalha que não optou por lutar. Um símbolo alçado por emoções que ela não conhecerá.
E quem sabe, no futuro, também terá olhos doces retratados numa imagem. Sem expectativas, sem ardor ou dor. Só uma imagem.
Por isso eu gosto tanto de ficção. No filme, uma explosão resolveu todo o impasse. A vida real demanda um pouco mais do que isso. E sem o torpor da madrugada.
Reflexões de uma mente embriagada de sono e excesso de realidade.
Gosto muito da idéia de Alien X Predator, porque pra mim é quase como uma situação ideal: problema perseguindo problema e a gente com tempo de cuidar de outras coisas. 'Eu sou mau!'. 'Não, EU sou mau!'; 'Não há lugar pra dois monstros maus no Universo, um de nós tem que morrer!'; 'Concordo: você!'. E o final a gente já conhece. Se fosse simples assim...
Mas o filme não me distrai depois que desperto. Passei o dia todo fugindo para distrações cotidianas, mas agora, no silêncio de todo o resto, meu pensamento volta às notícias a respeito do bebê acéfalo. Assunto delicadíssimo e por isso mesmo não merece ser deixado de lado. Porque a vida não é só estréia no cinema e reprise na Tv.
Eu olho pra foto da revista e, assim como na imagem da televisão, o que atrai meus olhos instantaneamente é o olhar na imagem da santa pregada na parede, hipnotizando e prendendo por vários segundos. E eu não penso em outra palavra além de 'misericórdia'. Nem sei pra quem estou pedindo. E nem mais por quem. Porque o sofrimento é tão grande e tão sem sentido. Eu só consigo pensar que precisa acabar. Essa é minha relação mais antiga com o sofrimento: eu só quero que ele acabe. Vejo o bebê - adormecido? pousado? - sobre a cama. O gorro de lã que se tornou parte do seu corpo. A salvaguarda da esperança resignada de seus pais. E os olhos impressos da santa me encaram, com sua suavidade característica. E eu me encho novamente de ternura por ela, por tudo que colocam a seus pés e sob o manto azul. Todo o improvável e até o impossível. Dois mil anos de sofrimento documentado. E eu só peço que ele também acabe.
Mas o bebê continua quieto. Alheio às ladainhas e vigílias. Ao toque, ao passar do tempo. Imune a batalha moral que se desenrola a sua volta. Ele respira e cresce. Desafiando a ciência, dizem uns. Nascida pra ser mártir, digo eu. Pra carregar o peso de expectativas que - ainda bem - ela nunca chegará a tomar conhecimento. A seus pés, pedidos e agradecimentos serão depositados. Porque ela é guerreira de uma batalha que não optou por lutar. Um símbolo alçado por emoções que ela não conhecerá.
E quem sabe, no futuro, também terá olhos doces retratados numa imagem. Sem expectativas, sem ardor ou dor. Só uma imagem.
Por isso eu gosto tanto de ficção. No filme, uma explosão resolveu todo o impasse. A vida real demanda um pouco mais do que isso. E sem o torpor da madrugada.
Reflexões de uma mente embriagada de sono e excesso de realidade.
That's hot? Eu sei que isso aqui está quase-quase virando um
That's hot?
Eu sei que isso aqui está quase-quase virando um blog de xoxação de celebs (ou pseudo-celebs, o que é ainda mais indigno), mas vejam sob o ponto de vista da pessoa refletindo sobre os valores da sociedade moderna: não tem mais critério? Você vai lá na redação da revista, assina o formulário com um xis no 'sim!, eu quero posar pelada' e pronto? Antes a boneca tinha que ter ATRIBUTOS. Vocês sabem: bunda espetacular, peitos hipnotizantes, essas coisas. Ou ter sido amante de alguém famoso, no mínimo. Agora não, basta ter um corpinho minimamente photoshopável e voilá, tá na capa! Já tinham me dito que o esquisito era o novo sexy, mas eu não percebí que o nível de esquisitice era tão alto.
Li que enquanto fotografavam o ensaio para a capa, a demente recebeu um entregador de flores. Nua. E depois declarou que fez isso porque não tinha problemas com a nudez. Eu também acho que não. O problema dela é de auto-afirmação. Alguém precisa de um abraço...
Eu sei que isso aqui está quase-quase virando um blog de xoxação de celebs (ou pseudo-celebs, o que é ainda mais indigno), mas vejam sob o ponto de vista da pessoa refletindo sobre os valores da sociedade moderna: não tem mais critério? Você vai lá na redação da revista, assina o formulário com um xis no 'sim!, eu quero posar pelada' e pronto? Antes a boneca tinha que ter ATRIBUTOS. Vocês sabem: bunda espetacular, peitos hipnotizantes, essas coisas. Ou ter sido amante de alguém famoso, no mínimo. Agora não, basta ter um corpinho minimamente photoshopável e voilá, tá na capa! Já tinham me dito que o esquisito era o novo sexy, mas eu não percebí que o nível de esquisitice era tão alto.Li que enquanto fotografavam o ensaio para a capa, a demente recebeu um entregador de flores. Nua. E depois declarou que fez isso porque não tinha problemas com a nudez. Eu também acho que não. O problema dela é de auto-afirmação. Alguém precisa de um abraço...
Leitura leve - de verdade A Renata pediu. Esse é bem
Leitura leve - de verdade
A Renata pediu. Esse é bem divertido:
Sheila Levine Está Morta e Vivendo em Nova York
Uma pena que a gente tenha adquirido o hábito de comparar a vida de toda mulher solteira à de Bridget ou Carrie.
A Renata pediu. Esse é bem divertido:
Sheila Levine Está Morta e Vivendo em Nova York
Uma pena que a gente tenha adquirido o hábito de comparar a vida de toda mulher solteira à de Bridget ou Carrie.
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Millôr Ideologia: Bitola estreita para orientar o pensamento.
Millôr
É, eu também acho.
Ideologia:
Bitola estreita para orientar o pensamento. Não existe pensador católico. Não existe pensador marxista. Existe pensador. Preso a nada. Pensa, a todo risco. A ideologia leva à idolatria, à feitura e adoração de mitos. E, finalmente, ao boquete ideológico.
Bitola estreita para orientar o pensamento. Não existe pensador católico. Não existe pensador marxista. Existe pensador. Preso a nada. Pensa, a todo risco. A ideologia leva à idolatria, à feitura e adoração de mitos. E, finalmente, ao boquete ideológico.
É, eu também acho.
Pertinente Minha vizinha, de 8976 anos, me perguntou se eu
Pertinente
Minha vizinha, de 8976 anos, me perguntou se eu sabia por que mesmo os assassinos têm direito a um defensor público. Eu estava com preguiça existencial, mas também não podia deixar a veinha falando sozinha e respondi do fundo do meu coração: não sei. Por mim a gente mandava construir umas arenas públicas, trazia um leões famintos e acabava logo com essa história. Rasa e violenta, essa sou eu, a essa altura dos acontecimentos.
Sujeito matou, todo mundo viu? Bang!
Ou Nhac!, que é muito mais divertido.
Agora tem um "criminalista" culpando a mídia fascista, pelo ódio coletivo a Lindemberto, o apaixonado. Nosso desprezo por sua pessoa e alegria por vê-lo com os córneos inchados não viria de uma revolta natural diante do ato medonho que ele cometeu contra outro ser humano, mas do estímulo intenso da publicidade negativa ao rapaz, formada por edições tendenciosas e superdimensionadas do caráter violento do cidadão em questão.
Então é tudo muito mais simples do que eu imaginava. A garota é inocente, porque assisiu na tv que era normal e desejável namorar desde a infância. O homicida é inocente, porque ele viu filmes demais e todo mundo sabe que os filmes são violentos. E que é tudo ficção, os atos, as motivações, tudo é inventado na cabeça dos roteirista de roliúde, porque nós, seres humanos, não somos malignos assim. Não sozinhos, não por natureza. Isso jamais. Imagem e semelhança de Deus, lembram? Quem nos deturpa é a televisão. E o cinema. E os livros. E os jornais.
Tudo mentira, nós somos bons.
Bons e burros, de acordo com a opinião do criminalista. Já que odiamos o rapaz porque a mídia assim quer.
O Diabo deve estar feliz, já que a carga da danação eterna não é mais carregada por ele.
Já para a mídia, nada menos que fogo e enxofre!
Sujeito matou, todo mundo viu? Bang!
Ou Nhac!, que é muito mais divertido.
Agora tem um "criminalista" culpando a mídia fascista, pelo ódio coletivo a Lindemberto, o apaixonado. Nosso desprezo por sua pessoa e alegria por vê-lo com os córneos inchados não viria de uma revolta natural diante do ato medonho que ele cometeu contra outro ser humano, mas do estímulo intenso da publicidade negativa ao rapaz, formada por edições tendenciosas e superdimensionadas do caráter violento do cidadão em questão.
Então é tudo muito mais simples do que eu imaginava. A garota é inocente, porque assisiu na tv que era normal e desejável namorar desde a infância. O homicida é inocente, porque ele viu filmes demais e todo mundo sabe que os filmes são violentos. E que é tudo ficção, os atos, as motivações, tudo é inventado na cabeça dos roteirista de roliúde, porque nós, seres humanos, não somos malignos assim. Não sozinhos, não por natureza. Isso jamais. Imagem e semelhança de Deus, lembram? Quem nos deturpa é a televisão. E o cinema. E os livros. E os jornais.
Tudo mentira, nós somos bons.
Bons e burros, de acordo com a opinião do criminalista. Já que odiamos o rapaz porque a mídia assim quer.
O Diabo deve estar feliz, já que a carga da danação eterna não é mais carregada por ele.
Já para a mídia, nada menos que fogo e enxofre!
Monday, January 2, 2012
Inoportuna Pra quem não se lembra, essa á a Magoazinha. Fazia
Inoportuna
Pra quem não se lembra, essa á a Magoazinha.
Fazia um tempo que eu não dava bola pra Magoazinha e então ela veio cobrar. De súbito, Magoazinha chega e joga: e aí, nêga, vai deixar barato? E eu: vou, claro, tu não sabe que agora eu tô de boa?
Magoazinha olha pra mim com aquela cara que a mãe da gente faz quando dizemos bobagem muito grande. Cara do tipo 'quem não te conhece que te compre, porque já te vi em outros carnavais'. Magoazinha só falta gargalhar jogando a cabeça pra trás, pouco fazendo das minhas resoluções de mulher que se resolveu na vida. Que construiu torre e jogou chave de acesso fora. Magoazinha sabe que a redoma é de vidro. E que tomei bunito. Magoazinha sabe que estou toda doendo, apesar do sorriso, porque sorrir é preciso. E é só o que me resta fazer. Magoazinha só queria me lembrar, que ela está lá, comigo.
Pra quem não se lembra, essa á a Magoazinha.Fazia um tempo que eu não dava bola pra Magoazinha e então ela veio cobrar. De súbito, Magoazinha chega e joga: e aí, nêga, vai deixar barato? E eu: vou, claro, tu não sabe que agora eu tô de boa?
Magoazinha olha pra mim com aquela cara que a mãe da gente faz quando dizemos bobagem muito grande. Cara do tipo 'quem não te conhece que te compre, porque já te vi em outros carnavais'. Magoazinha só falta gargalhar jogando a cabeça pra trás, pouco fazendo das minhas resoluções de mulher que se resolveu na vida. Que construiu torre e jogou chave de acesso fora. Magoazinha sabe que a redoma é de vidro. E que tomei bunito. Magoazinha sabe que estou toda doendo, apesar do sorriso, porque sorrir é preciso. E é só o que me resta fazer. Magoazinha só queria me lembrar, que ela está lá, comigo.
Sunday, January 1, 2012
Weeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee *dancinha* *dancinha* *dancinha*
Advertência O Umbiguismo é inevitável. Pratique. Até cinco
Advertência
O Umbiguismo é inevitável.
Pratique.
Até cinco minutos atrás eu nem imaginava que existisse o Umbiguismo. E além de existir é exatamente isso que o nome sugere: a concentração irrestrita no que gira em torno do seu umbigo, ou seja, naquilo que te interessa. Da maneira como te interessa. Quando troquei o nome do blog estava pensando justamente nisso, que esse seria um lugar meu, egoísta. Onde eu sou a amiga do Rei. Não, onde eu domino o Rei. Mais, onde o Rei sou eu. A rainha, como quiserem.
A pratica do Umbiguismo surgiu depois que me asfixiei de todo o resto. Das preocupações, das responsabilidades, do fatalismo. Me dei um tempo, um presente. Relaxei. Então essa é minha dica: vez ou outra, olhe pro seu umbigo. Em doses moderadas, faz um bem danado.
Pratique.
Até cinco minutos atrás eu nem imaginava que existisse o Umbiguismo. E além de existir é exatamente isso que o nome sugere: a concentração irrestrita no que gira em torno do seu umbigo, ou seja, naquilo que te interessa. Da maneira como te interessa. Quando troquei o nome do blog estava pensando justamente nisso, que esse seria um lugar meu, egoísta. Onde eu sou a amiga do Rei. Não, onde eu domino o Rei. Mais, onde o Rei sou eu. A rainha, como quiserem.
A pratica do Umbiguismo surgiu depois que me asfixiei de todo o resto. Das preocupações, das responsabilidades, do fatalismo. Me dei um tempo, um presente. Relaxei. Então essa é minha dica: vez ou outra, olhe pro seu umbigo. Em doses moderadas, faz um bem danado.
Panelaço Quero registrar aqui minha cara de ponto de
Panelaço
lixomania
o eu profundo
pergunte ao pixel
slowdown
tantos clichês
Vou sentir falta :(
Mas no fundo eu entendo.
Quero registrar aqui minha cara de ponto de interrogação quanto ao estado de stand by ou simples abandono de causa dos seguintes blogs (em ordem alfabética):
lixomania
o eu profundo
pergunte ao pixel
slowdown
tantos clichês
Vou sentir falta :(
Mas no fundo eu entendo.
Monday, December 12, 2011
Sutil Violento Mostra Daniela Edburg Ah, memória pra
Sutil Violento
Daniela EdburgAh, memória pra bobagens, o que seria de mim sem você... Sutil Violento é uma mostra fotográfica, certo? Mostra. Nos tempos idos da faculdade uma mostra foi organizada. Ou quase. De repente aparece um panfleto na minha mão anunciando a 1ª Amostra de Publicidade bliblibli. Morri. Voltei, ri e morri de novo. Como se não bastasse uma Amostra Publicitária, ainda tinha que ser divulgada num panfleto, que era pra deixar bem claro o nível da coisa toda. É, meu terceiro grau foi de primeira.
Ok, eu conheço sinônimos. Mas e o garbo? A elegância? Amostra me lembra exame de laboratório. E nesse contexto o panfletinho tava certo...
Ok, eu conheço sinônimos. Mas e o garbo? A elegância? Amostra me lembra exame de laboratório. E nesse contexto o panfletinho tava certo...
Supernerd Às vezes eu faço uma bobagem dessas: perdi a
Supernerd
Às vezes eu faço uma bobagem dessas: perdi a notificação de vários comentários. A maioria eu já tinha respondido, mas alguns não. Me desculpem, porque daí não dá pra saber quem comentou em posts mais antigos. My bad.
Um deles eu sei que foi a respeito do Lipometric, da Vichy. E a resposta é: recomendadíssimo! Doze estrelas na escala Stein de excelência cosmética. Drena a camada superficial da pele de verdade. E se você se empenhar na massagem, ainda que uma vez ao dia, os furinhos vão aos poucos para o bebeléu. É um dos cremes anti-celulite mais eficientes que eu já experimentei. Os outros também foram da Vichy: Lipocure e Lisyne, mas esses demandavam mais massagem. Mas Lipometric entrou pra galeria dos cremes que é difícil viver sem. Viciei, vou ter que fazer hora-extra ou performances de estátua viva no metrô, o que pagar melhor ;)
Em tempo: celulite não mata, mas arrasa a auto-estima. Se dá pra melhorar, por que não?
Às vezes eu faço uma bobagem dessas: perdi a notificação de vários comentários. A maioria eu já tinha respondido, mas alguns não. Me desculpem, porque daí não dá pra saber quem comentou em posts mais antigos. My bad.
Um deles eu sei que foi a respeito do Lipometric, da Vichy. E a resposta é: recomendadíssimo! Doze estrelas na escala Stein de excelência cosmética. Drena a camada superficial da pele de verdade. E se você se empenhar na massagem, ainda que uma vez ao dia, os furinhos vão aos poucos para o bebeléu. É um dos cremes anti-celulite mais eficientes que eu já experimentei. Os outros também foram da Vichy: Lipocure e Lisyne, mas esses demandavam mais massagem. Mas Lipometric entrou pra galeria dos cremes que é difícil viver sem. Viciei, vou ter que fazer hora-extra ou performances de estátua viva no metrô, o que pagar melhor ;)Em tempo: celulite não mata, mas arrasa a auto-estima. Se dá pra melhorar, por que não?
It starts with One thing, I don't know why It doesn't even
It starts with
One thing,
I don't know why
It doesn't even matter how hard you try
Keep that in mind
I designed this rhyme
To explain in due time
All I know
Time is a valuable thing
Watch it fly by as the pendulum swings
Watch it count down to the end of the day
The clock ticks life away
It's so unreal
Didn't look out below
Watch the time go right out the window
Trying to hold on, but didn't even know
I wasted it all just to
Watch you go
I kept everything inside
And even though I tried it all fell apart
What it meant to me will eventually
Be amemory of a time when
I tried so hard
And got so far
But in the end,
It doesn't even matter
I had to fall
To lose it all,
But in the end
It doesn't even matter
In spite of the way you were mocking me
Acting like I was part of your property
Remembering all the times, you fought with me
I'm surprised it got so
It got so far
Things aren't the way they were before
You wouldn't even recognize me anymore
Not that you knew me back then
But it all comes back to me
In the end
One thing,
I don't know why
It doesn't even matter how hard you try
Keep that in mind
I designed this rhyme
To explain in due time
All I know
Time is a valuable thing
Watch it fly by as the pendulum swings
Watch it count down to the end of the day
The clock ticks life away
It's so unreal
Didn't look out below
Watch the time go right out the window
Trying to hold on, but didn't even know
I wasted it all just to
Watch you go
I kept everything inside
And even though I tried it all fell apart
What it meant to me will eventually
Be amemory of a time when
I tried so hard
And got so far
But in the end,
It doesn't even matter
I had to fall
To lose it all,
But in the end
It doesn't even matter
In spite of the way you were mocking me
Acting like I was part of your property
Remembering all the times, you fought with me
I'm surprised it got so
It got so far
Things aren't the way they were before
You wouldn't even recognize me anymore
Not that you knew me back then
But it all comes back to me
In the end
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